Redondas, para que vos quero?!

Deitei mãos à caixa dos retalhos e fiz seis Redondinhas:
    Para guardar as máscaras lavadas.
    E para guardar pequenos trabalhos de tricô, em projeto.

Camisola Azul

Por curiosidade e para experimentar, encomendei fio Jardim, da Rosários 4. Tinha pedido verde, mas a cor que me chegou foi azul turquesa. Percebi que foi um engano, e, se de imediato tive vontade de ligar e devolver o fio, segundos depois já estava a pensar que camisola fazer com a nova e inesperada cor. Não fazia parte dos meus planos uma camisola neste azul, achava que não tinha nada a combinar, além das gangas (essas ficam bem com tudo, não é verdade?). 
Dias passados e dúvidas para depois, deitei mãos à obra na camisola April que já estava nos meus planos há bastante tempo. Com agulhas circulares de 3,5 mm, tricotei o tamanho S, alterando as mangas do modelo, para mangas curtas. Dos 4 novelos comprados, de 50 g cada, sobraram-me 18 g.
Apesar de ter uma composição interessante, lã e algodão, não fiquei fã do fio. Não apreciei a textura, achei-o um pouco áspero e, ao tricotar, os pontos não deslizavam facilmente nas agulhas.
Contudo, depois de lavado/bloqueado, o fio fez um tecido bastante bonito, original, quase rústico. Além disso, a peça ficou macia e confortável no vestir.
E, afinal no meu armário, sempre havia uns calções e uma echarpe para fazer um conjunto despretensioso, mas ainda assim, harmonioso com a bendita camisola!

O passeio da Donalailai

Já que domingo é dia de passeio, a Donalailai também se quis mostrar, ainda que o passeio tenha sido curto (da sala para a varanda). 
Já tinha falado dela, aqui e aqui mas ainda não a tinha mostrado como deve ser.

Resumidamente, o fio é Litlg fine sock, muito macio e delicado, ótimo para trabalhar e para usar em peças de primavera/verão. Gastei duas meadas inteiras e usei agulhas circulares de 3,5 mm, exceto na parte rendada e nos revesilhos onde usei agulhas de 3 mm.
O modelo, apesar de ser o mais pequeno, foi adaptado, estreitado porque não queria um saco uma camisola larga. 

O xaile que foi camisola

Durante o uso, a camisola Rosinha sofreu um percalço que não consegui consertar. Entre hesitações e indecisões, não havia outro remédio senão desmanchá-la.
Com a coragem ao rubro, ripei a camisola e arrumei o fio em meadas (nem imaginam a trabalheira!). Lavei as meadas, com cuidado para não se emaranharem, e pendurei-as à sombra. Depois de seca, a lã ficou praticamente nova e lisa, bem esticada.
E agora, o que fazer?
Meias? Foi a primeira ideia, só que o fio dava para 3 ou 4 pares...  para que queria eu tantos pares iguais?
Um xaile! Parecia óbvio...
Queria um xaile grande (só gosto deles assim), de preferência com ponto texturado para não enjoar. Escolhi o Akemi, que tricotei com agulhas circulares de 3,75 mm. 
A volta dos "borbotozinhos" e a última barra em ponto "mousse" foram as mais demoradas, o que não é de estranhar, já que a peça terminou com 481 pontos nas agulhas!

Redondas

Apesar da maior parte do meu tempo livre ser absorvida pelo tricô (tenho trabalhos terminados à espera de tempo para os "clikes"),  a máquina de costura não está parada. 
O tema, incontornável, continua a ser o das máscaras. Tenho feito muitas, ofereço-as todas, algumas com embrulho especial: a bolsa redonda de que vos falei no post anterior. 
Fica, por isso, uma amostra das redondas feitas com aproveitamento de retalhos!

Partilhas (in)úteis?

Enjoada da capa azul berrante plastificada da agenda que costuma estar em cima da mesa de trabalho, fiz uma de retalhos. Além de bonita, a agenda ficou protegida, aveludada e de toque macio. O tutorial está em inglês, mas pelas fotos vê-se bem a facilidade com que a peça pode ser executada.
Fiz ainda um mini estojo que se prende na agenda e que dá muito jeito para ter um lápis ou uma caneta sempre à mão.