quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Agora sim: para a Sara!

E foi este o estojo que fiz para a Sara: infantil, feminino, simples, delicado... a carinha dela!





Não posso deixar de mostrar o que comprei, aquando da procura do tecido: 


Estes tecidos - Riley Blake - estavam com 30% de desconto e, não resistindo à tentação, enchi a caixa castanha. Bem, não ficou cheia, ficou a abarrotar e por isso tive necessidade de a substituir por outra maior - a branca.


Já aqui o tinha dito mas apetece-me relembrar: 
Depois de comprar os tecidos, lavo-os à mão com Soflan (passe a publicidade) e estendo-os à sombra. Depois de secos, passo-os a ferro pelo avesso, dobro-os sem vincar e guardo-os na caixa dos tesouros. São estes os tesouros que, atualmente, mais gosto de comprar!


Como devem supor, estão já alguns em linha de produção, para presentes de Natal.
Daqui em diante, torna-se difícil atualizar o blog com as novidades que sairão. Mostrarei as minhas prendas e aquelas que se destinam a uma parte da família que não sabe, nem desconfia que tenho um blog (como foi o caso das prendas da Sofia e da Sara).

Nos inícios de dezembro (já não falta assim tanto) começo a enviar o que estiver pronto e aí sim, depois de chegados aos seus senhores, cá virão parar! :)

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Para a Sofia e para a Sara (era)

Serão/seriam dois presentes de Natal. 
Uma bolsa para a bebé Sofia -  a sobrinha mais nova. 




 


E um estojo para a irmã Sara. Era para ser... 
Mas não gostei: o estojo ficou demasiado grande e pouco menineiro/infantil, para uma menina do 2º ano.
Está decidido: vou fazer-lhe outro!

Este fica para mim, parece impossível que até à data nunca me tenha lembrado de me presentear com um estojo em condições. :)






Fiz o forro à parte e cosi-o à mão pela zona do fecho/zíper. Se a costura for feita com fio da cor do fecho (ou aproximada), o trabalho fica lindo, limpo e perfeito. Quase que dava para usar dos dois lados! :)



segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Das cinzas...

Ofereci esta bolsa à minha mana, pelo seu aniversário - aqui.


Um dia destes, numa lavagem precipitada, manchou-a. Ligou-me, contou-me com muita mágoa/tristeza o sucedido e pediu-me que desfizesse e refizesse a bolsa ou outra peça com a mesma utilidade, pois adorava o bordado.
Desfiz, separei e aproveitei o fecho/zíper e o bordado.


Lavei o bordado, tirei-lhe a cola da entretela e a cola da guata com muita calma (não é tarefa fácil) e depois de seco e passado, estava como novo.
Não sem dor. Custou, funguei, suspirei, não fui capaz de aproveitar tecido ou forro. Queria apagar o que restava... tinha sido uma peça à qual me tinha dedicado imenso (tal como a todas as outras), e estavam ainda muito presentes na minha memória, as costuras sobrepostas, os chuleados, as dobras, os cortes... 
Confesso: foi tarefa difícil em termos físicos, mas mais difícil ainda em termos emocionais/afetivos. Nem preciso de acrescentar mais nada, penso que se compreende. Arrependi-me... ela devia ter mandado apenas o bordado... jurei para nunca mais...

Isto pensei/pensava eu, até ao dia em que...

Peguei no bordado e com toda a paciência, fiz um novo e outro tipo de saco. Qual Fénix renascida, agora ainda mais lindo! Dizem os meus olhos e os dela, também.
Depois de apreciar o trabalho feito e sempre que revejo as fotos - o saco já se passeia por terras nortenhas -  sinto que as angústias e os arrependimentos estão mais do que esquecidos. 
Mas, aviso-te: livra-te de outra! :)